
“Quem já não quis voltar ao passado e consertar algo que fez de errado na vida?” A partir desta questão o filme é desenvolvido.
O Homem do Futuro fala sobre Zero, um cientista muito a frente do seu tempo, que produz uma máquina do tempo a fim de voltar no passado e mudar o momento em que ele foi humilhado e abandonado por Helena, a mulher que ele tanto ama.
O que Zero não imagina é que mudar o passado pode ser pior do que deixar as coisas acontecerem como elas deveriam, todas em seu universo e sem fazer com que elas mudem.
O filme traz uma história muito emocionante, faz com que o espectador acompanhe vidrado na telona cada minuto dessa luta de Zero em batalhar pelo seu amor. Mais maravilhoso que isso só o Wagner Moura que faz um menino inocente, um cientista louco e um cientista consciente depois de ver o resultado do que ele causou mudando o passado pela primeira vez. Alinne Moraes também tem diferentes destinos nas mudanças dessa história e os interpreta brilhantemente. As participações de Maria Luisa Mendonça, Fernando Ceylão e Gabriel Braga Nunes é imprescindível para o funcionamento da trama.
A trilha sonora do filme também é uma surpresa. Os atores Wagner Moura e Alinne Moraes regravaram Tempo Perdido (Legião Urbana), Inútil (Paralamas do Sucesso), sucessos brasileiros, e Creep (Radiohead) para compor o filme.
Aqui a gente Dizplay para esse filme que estreou dia 2 de setembro em terceiro lugar dos filmes mais vistos no país.

Que os fãs de Justin Bieber são muitos e todos bastante dedicados nós sabemos. E eles são tantos que nem com mais dois shows confirmados é o suficiente para que todos os “beliebers” vejam o ídolo cantar as músicas que mudaram suas vidas.
Inspirados em um acontecimento de um show no Madison Square Garden, os fãs de Justin Bieber pretendem gravar um vídeo para ser exibido durante o show do cantor com fãs que não puderam comparecer ao espetáculo devido a grande procura por ingressos, ou por morarem em localidades distantes de onde ocorrerão os shows.
Se não for viável a exibição do vídeo durante o show, os fãs gostariam que o cantor assistisse para ver que há muito mais que dois Engenhões, dois Morumbis e um Beira Rio que o idolatra no Brasil.
Para isso, eles deram início a uma campanha no Twitter a fim de chamar a atenção do produtor Scooter Braun. O grupo líder da ação explica como fazer para divulgar a ideia e chamar a atenção de Braun, tentando colocar uma hashtag nos trending topics mundiais. Veja aqui como funciona e participe!

De Brasília, o Capital Inicial, banda formada por Dinho Ouro Preto, Flávio Lemos, Fê Lemos, Yves Passarell e os músicos de apoio Robledo Silva e Fabiano Carelli, existe desde 1982 e tendo alterações em seu estilo tendo mais influência no rock inglês.
Em 83 um grupo de jovens foi preso por usar pulseiras de tachas, alfinetes e bolsas sendo alegado que esses acessórios eram armas em potencial. A resposta à acusação veio na segunda edição do editoral Fan Zine, escrito por Dinho. O Fan Zine trazia assuntos relacionados à música, como a “discografia básica da nova música” que incluía Sex Pistols, The Clash, Joy Division, dentre outros. Nas páginas do Fan Zine, algumas vezes escritas a mão e com colagens de outras publicações para ilustrar, lia-se um pequeno panorada do punk rock de Brasília – com letras de grandes bandas da época, quadrinhos, poesias e textos de colaboradores. A postura deste grupo que expunha seus pensamentos através da música, de fanzines e de sua atitude, pode ser caracterizada pela música Geração Coca-Cola, de Renato Russo.
Depois de muitos altos e baixos desde o começo de sua carreira, como a divergência de Bozzo Barretti – tanto musical quanto pessoal – levaram Dinho Ouro Preto a seguir carreira solo, deixando o Capital Inicial fora da mídia por aproximadamente cinco anos após o lançamento de Capital Inicial Ao Vivo, em 1996, levando a crer que a banda tinha chegado ao fim. Na verdade a banda nunca parou de fazer shows e se manteve ativa numa época de baixa do rock brasileiro.
Em 1998, mais amadurecidos e com contrato assinado na Polygram, o álbum O Melhor do Capital Inicial fez com que as músicas da banda fossem executadas pelas maiores rádios junto ao apoio dos fãs, os quatro integrantes resolveram voltar aos palcos – incluindo Dinho. Eles voltaram a fazer shows, comemorando 15 anos da banda.
Em julho de 98, a banda assina com a gravadora Abril Music, e em setembro ruma para Nashville no Tennessee, EUA, onde gravam o disco Atrás dos Olhos que é produzido por David Zá, que entre outros trabalhou com artistas como Prince, Billy Idol e Fine Young Cannibals. As músicas mais executadas desse disco foram O Mundo de Pit Passarell, baixista da banda Viper e amigo da banda, 1999 e Eu Vou Estar. Todas essas músicas tiveram videoclipes com grande repercussão junto ao público da MTV, sendo que O Mundo concorreu a cinco prêmios na edição de 1999 do Video Music Brasil (VMB), premiação do canal MTV para música brasileira.
Neste mesmo ano, teve o lançamento de mais duas coletâneas pela Universal Music (ex-PolyGram): um álbum da série Millennium, com vinte músicas pinçadas dos quatro primeiros discos, e um álbum de canções do grupo remixadas por produtores e DJs famosos do Brasil. Infelizmente esta mesma gravadora reluta ainda em relançar os discos originais, apesar do evidente prejuízo que tal atitude traz à banda, e a insatisfação dos fãs.
O ano de 1999 é dedicado à turnê brasileira e, ao longo dos shows, a banda agrada ao público adolescente, além dos antigos fãs. Então surge a ideia de fazer um disco ao vivo, juntando novos e antigos sucessos. Rapidamente esta ideia se transforma no projeto de um disco acústico, em parceria com a MTV.
A banda, então, se preparando para a gravação do Acústico MTV, que acaba ocorrendo em março com a participação do cantor e compositor Kiko Zambianchi. O disco é lançado dia 26 de maio, e a primeira tiragem rapidamente se esgota nas principais lojas do Brasil. A primeira música escolhida para tocar nas rádios, Tudo Que Vai, de Alvin L., Toni Platão e Dado Villa-Lobos, é amplamente executada em todo o país, e a banda vê reconhecido o seu empenho em fazer um disco acústico de rock simples, despojado, mas com a mesma atitude dos seus melhores discos. Isso fica claro em 2001 (ano da participação do grupo no terceiro Rock in Rio), quando o sucesso Natasha explode entre as músicas mais executadas nas rádios de todo o Brasil e faz com que as vendas do disco alcançassem mais de 1 milhão de cópias, colocando assim o Capital Inicial como uma das maiores bandas do rock brasileiro.
Após a turnê desplugada (2001), o Capital volta com força total às guitarras fazendo um disco totalmente rock n’ roll e com vocal mais agressivo. Com Yves Passarel assumindo o posto de guitarrista, é lançado Rosas e Vinho Tinto. Os hits A Sua Maneira e Mais explodem nas rádios e o disco já alcança a marca de 200 mil cópias vendidas.
Em 2004, a banda lança giGAntE!, um álbum considerado não tão criativo quanto seu anterior, com melodias nada inspiradas e letras superficiais, mas que, mesmo assim emplacou alguns hits. Após a turnê de giGAntE!, a banda se dedica a um antigo projeto, regravar as músicas da banda Aborto Elétrico (a banda que originou Capital Inicial e Legião Urbana) com os arranjos originais. Lançam em 2005, CD e DVD MTV Especial: Aborto Elétrico com algumas das canções da banda lendária de Brasília.
O álbum Eu Nunca Disse Adeus é lançado em 2007, com uma sonoridade diferente, tanto melódica quanto vocal, onde Dinho Ouro Preto faz uso de seu timbre grave, não abusando dos gritos que permearam os três álbuns anteriores. Neste álbum, quatro músicas merecem destaque: A Vida É Minha (E Eu Faço o que Eu Quiser), Eu e Minha Estupidez, Aqui, e o primeiro single Eu Nunca Disse Adeus. Neste mesmo ano venceu o Prêmio Multishow 2007 na categoria Melhor Grupo.
Em 2008, o Capital Inicial lança o álbum Multishow ao Vivo: Capital Inicial em Brasília para comemorar os 25 anos da carreira da banda. O disco foi gravado em Brasília, na Esplanada dos Ministérios, no dia 21 de abril, aniversário da cidade e que contou com mais de 1 milhão de pessoas na plateia. Participaram do show os músicos convidados Robledo Silva e Fabiano Carelli. A primeira música de trabalho do álbum é Algum Dia, e a segunda é Dançando com a Lua.
ACIDENTE DE DINHO
No dia 31 de outubro de 2009, a banda estava fazendo um show em Patos de Minas, Minas Gerais, quando Dinho Ouro Preto teve uma queda de três metros de altura do palco, assustando seus fãs e colegas de trabalho. Dinho sofreu traumatismo craniano leve e uma fratura na costela; e após cinco dias de internação, o cantor voltou para a UTI por causa de uma infecção.
No dia 30 de dezembro, o vocalista Dinho saiu do hospital, depois de quase um mês internado. Após deixar o hospital, Dinho e os demais integrantes da banda entraram em estúdio para a gravação do décimo quinto álbum do grupo Das Kapital. O disco traz algumas canções que contam um pouco do drama vivido por Dinho. O álbum lançado no dia 2 de junho de 2010 teve como single a faixa Depois da Meia Noite, liberado para as rádios de todo Brasil.
Ao todo o Capital Inicial lançou 12 álbuns de estúdio, 4 álbuns ao vivo, 8 coletâneas, 32 singles, 1 EP e 3 DVDs.
A banda se apresenta no Rock In Rio dia 24 de setembro, dividindo o palco com grandes nomes da música como Nx Zero, Stone Sour, Snow Patrol e Red Hot Chili Peppers.

A banda de metal de Iowa, Slipknot, tem nove integrantes e todos eles usam máscaras. Muitas pessoas se assustam com elas (principalmente a de Shawn Crahan, que é de um palhaço demoníaco), outros acham um máximo essa identidade que é mostrar a música e não os rostos.
Slipknot foi formada em 1995, e teve várias alterações em seus integrantes após o lançamento do disco independente Mate. Feed. Kill. Repeat. (1996). O álbum de estreia, Slipknot, foi lançado em 1999, uma colaboração da banda com o produtor Ross Robinson que levou à redefinição da banda para o som atual. O álbum foi muito bem recebido pelos fãs e críticos responsáveis por dar ao Slipknot um grande aumento de popularidade. O CD atingiu a 51ª posição na Billboard 200 e foi certificado com Platina Dupla nos Estados Unidos, sendo o álbum mais vendido da banda de metal. Foram singles deste álbum Wait and Bleed e Spit it Out.
Em 2001 o grupo lançou seu segundo álbum de estúdio, com o nome da cidade de onde eles vieram, Iowa. O álbum foi produzido por Ross Robinson e co-produzido pela banda. Iowa ficou nas paradas de sucesso nas primeiras posições por várias semanas, como na UK Albums Chart (1º), ARIA Charts (2º) e Billboard 200 (3º). Foram singles deste álbum Left Behind e My Plague. Para mim, esse é o melhor álbum do Slikpnot.
Em 2004, o terceiro álbum de estúdio chegou às lojas, Vol. 3: (The Subliminal Verses). O álbum recebeu críticas positivas. Slipknot foi elogiado pela Allmusic por sua dedicação em tornar Subliminal Verses em um álbum do Slipknot, enquanto a revista Q dizia que o álbum era um triunfo. O álbum atingiu o TOP 10 nas tabelas de vendas em onze países e chegou a ganhar Disco de Plantina nos Estados Unidos. A banda também recebeu o Grammy para Melhor Performance Metal com o single Before I Forget. Esse é o único álbum da banda produzido por Rick Rubin. Foram singles deste álbum Duality, Vermilion, Before I Forget e The Blister Exists.
Curiosidades sobre Vol. 3: (The Subliminal Verses): A capa do álbum contém a “máscara maggot” desenhada por Crahan, sendo uma referência ao nome dado aos fãs pela banda. A máscara foi feita com pele cozida e um zíper na zona da boca, e podem ser adquiridas cópias como parte do merchandise da banda. Surge no vídeo musical do segundo single do álbum, Vermilion, no qual a banda surge sempre que o protagonista usa a máscara.
Em 2008, All Hope Is Gone chegou às lojas publicado em duas versões:a versão normal e uma edição especial com três faixas bônus, material gráfico expandido e DVD com um documentário sobre a gravação do álbum. All Hope Is Gone estreou em 1º lugar na tabela norte-americana Billboard 200. A banda inovou no gênero do seu álbum novo, que costumava ter influências de Heavy Metal com seu estilo New Metal evidenciado. O All Hope Is Gone tem tendências fortemente Thrash, sendo assim o álbum mais pesado da banda.
A preparação para o álbum começou em 2007, enquanto a gravação começou em fevereiro de 2008 em Iowa. All Hope Is Gone é considerado o álbum mais eclético da banda, incorporando elementos de seus três álbuns anteriores. Esse álbum possui uma sonoridade mais melódica e pesada comparada aos álbuns anteriores da banda. Foram singles deste álbum All Hope Is Gone, Psychosocial, Dead Memories, Sulfur e Snuff.
Em maio de 2010, o baixista Paul Gray foi encontrado morto devido a overdose de morfina. O DVD (sic)nesses foi lançado nos cinemas americanos e foi para as lojas no dia seguinte. Os integrantes do Slipknot dizem que esse DVD foi feito em homenagem a Paul, já que foi um de seus últimos shows.
Além de (sic), a banda lançou outros três DVDs. O primeiro na verdade foi Welcome to Our Neighborhood, um VHS lançado em 1999, que em 2003 foi remasterizado e lançado em DVD. Disasterpieces foi o primeiro DVD ao vivo da banda de um show em Londres. O produto é duplo (no DVD 1 contém o show e extras como: Câmera Multi-Anglo, onde você pode escolher o ângulo do show de sua preferência e ainda solo de bateria de Joey Jordison e solo de discotecagem de Sid Wilson. No DVD 2 contém todos os videoclipes da banda lançados até então, galeria de fotos, backstage footage e behind the scenes). Este é o primeiro e o mais vendido DVD da banda até hoje.
Em 2006 o Slipknot lançou o DVD Voliminal: Inside the Nine. O disco contém um filme de 80 minutos sobre a banda feito pelo Shawn Crahan, integrante da banda. O segundo disco contém todos os videoclipes lançados do álbum Vol. 3: The Subliminal Verses, incluindo o videoclipe de Vermilion Pt. 2 (que não havia sido lançado) e entrevistas com a maioria dos integrantes sem suas máscaras características (embora seus rostos aparecem fora de foco).
O álbum ao vivo da banda, porém, foi lançado em 2005 e chamado 9.0: Live. O álbum contém músicas raras como Purity e Get This e foi também a primeira vez que Skin Ticket foi tocada em algum show.
Para o aquecimento do Rock In Rio, escolhi as quatro músicas do Slipknot que mais gosto: No Life, Before I Forget, Psychosocial e Left Behind.
Slipknot se apresenta no dia 25 de setembro no Rock In Rio dividindo o palco com Glória, Coheed and Cambria, Motörhead e Metallica.